Discurso de ódio do governador se deve à elevada rejeição popular de seu governo e contém uma série de inverdades

O assédio moral no trabalho cometido pelo Secretário de Saúde, Humberto Fonseca, e o governador Rollemberg, por meio das mudanças impostas na Atenção Primária do Distrito Federal - o chamado programa Converte APS -, foram tema de audiência entre o presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho, o vice, Carlos Fernando, e o procurador do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho (MPT), Erlan José Peixoto do Prado, na tarde desta terça-feira (13).
Entre outros pontos, o presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho, destacou ao procurador o corte de gratificações com as mudanças e as recorrentes ameaças aos médicos que não aderiram ao programa.
Ao fim da reunião, o procurador do Trabalho produziu uma ata, relatando os esclarecimentos acerca da denúncia. No texto, ele salientou que os médicos dos centros de saúde que não aderiram ao programa estão sofrendo assédio moral, sendo realocados em hospitais, mesmo sem experiência em emergências, e sofrendo, por conseguinte, o corte de gratificações.

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