Hmib: alta demanda e poucos profissionais

Anos atrás, o hospital tinha cinco gineco-obstetras por plantão. Hoje são três ou até dois.

Com o centro obstétrico do Hospital Regional de Ceilândia fechado por problemas de infiltração (coisa que se corrige na época da seca quando se tem bom senso), aumentou a demanda no centro obstétrico do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Mudaram o fluxo das pacientes, mas não reforçaram a equipe multiprofissional. O resultado é sobrecarga de trabalho, plantões com dois ou três médicos para cuidar de quem está internada e de quem chega – deviam ser cinco, pelo menos.

 

A demora no atendimento chega a sete, nove horas e pacientes até ficam internadas na área da recepção por falta de espaço. Esgotados e sem perspectivas de melhoria das condições de trabalho, há médicos pedindo redução da carga horária de 40 para 20 horas semanais e a residência médica está em vias de se tornar inviável. Esse foi o quadro encontrado no hospital, que é referência em atendimento pediátrico de alta complexidade, em visita do presidente e do vice-presidente do SindMédico-DF, Dr. Gutemberg Fialho e Dr. Carlos Fernando, ao Hmib na noite de terça-feira (14).

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