O SindMédico-DF informa que muita desinformação está circulando desde ontem, na tentativa de desqualificar o processo eleitoral.
Em primeiro lugar, queremos agradecer aos milhares de colegas médicos que empenharam o seu voto no dia de ontem, demonstrando apreço pela instituição e pelos princípios democráticos, em escolher sua melhor representação para esta casa.
Todo o processo eleitoral aconteceu de maneira transparente, amplamente fiscalizado pelas duas chapas e com todas as intercorrências resolvidas igualmente pelos representantes e advogados também das duas chapas.
A primeira delas diz respeito à própria REALIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES. Com a liminar obtida pela Chapa 2 suspendendo as eleições do sindicato, a Comissão eleitoral, os representantes e advogados das duas chapas cuidaram de resolver as pendências, ainda no final de semana, sobre o colégio eleitoral e lavraram ata para, já na segunda-feira, comunicar à Justiça do Trabalho, a resolução do impasse e a dissolução da Ação. E assim foi feito.
No dia de ontem, o mesmo grupo decidiu pela abertura de uma urna para VOTAÇÃO MANUAL, onde médicos com dificuldade de votar ou que não receberam suas senhas do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), pudessem manifestar seu voto. A Comissão Eleitoral, com o voto das duas chapas, aprovou a medida e o Sindicato dos Médicos, com presteza e celeridade, implementou essa urna, o que permitiu que quase 200 médicos pudessem participar desse momento tão importante.
Sobre a NÃO DIVULGAÇÃO DO RESULTADO ainda no dia de ontem, o episódio aconteceu ainda em virtude da liminar obtida na Justiça, impetrada pela Chapa 2, suspendendo o pleito. Lembramos que todo o trabalho de regularização do colégio eleitoral foi realizado e apresentado aos representantes e advogados das duas chapas, que concordaram em permitir que o médico votasse na data previamente acordada. Ou seja, ontem, dia 12 de agosto, das 8h às 17h.
Essa determinação foi colocada em ata, comunicada à Justiça do Trabalho, inclusive com pedido de desistência da ação pelo seu autor, o candidato a vice-presidente da Chapa 2, Manoel Diegues. E assim foi protocolado e feito.
Porém, por questões de cronologia, o cartório da vara do TRT onde se deu a suspensão da eleição cumpria ainda no dia de ontem, somente a decisão de apenas suspender o pleito, sem ciência dos fatos ocorridos no final de semana, nem da extinção da própria ação. A resolução desse impasse foi comunicada à Justiça Eleitoral (TRE-DF) pelo TRT ainda na noite de ontem, que deliberou, para a tarde de hoje, a liberação do resultado das eleições.
Dessa maneira, o Sindicato dos Médicos tranquiliza a todos os colegas, dizendo que o momento atual é de cumprimento de exigências burocráticas junto à Justiça e que, nas próximas horas, todos os médicos poderão conhecer o resultado das urnas e confirmar que participaram de uma grande festa da democracia médica.
Assim, confirmamos que todas as medidas tomadas foram feitas com total transparência, anuência das duas chapas, com o intuito de preservar o direito do médico ao voto. Confiamos nas instituições e, acima de tudo, no respeito ao desejo depositado em urna pelos médicos. E sabemos que, neste momento, a precaução e cautela são os melhores remédios.
Nossa decisão sempre foi pelo menor transtorno e pela busca da ampla participação do voto da categoria. Por isso, investimos todos os esforços para manter a regularidade da realização do pleito no dia de ontem. Medida que, pela ampla participação da classe, se mostrou a mais acertada.
Contra a desinformação e as Fake News, acompanhe as notícias sobre a eleição nos canais oficiais do SindMédico-DF. Afinal, verdade também é democracia!

